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O isolamento social é a saída para essa pandemia

Estar de quarentena em casa é muito melhor do que num hospital isolado distante de tudo e de todos, sem receber visitas e com uma doença que não tem tratamento oficial e basicamente os sintomas depende do próprio corpo para se curar da infecção.

Uma doença que mesmo o paciente sem diagnóstico confirmado de coronavírus, deve permanecer em casa isolado por 14 dias, tomar bastante líquidos e monitorar a evolução dos sintomas. Entretanto, é preciso tomar cuidado com a automedicação, antes de engolir qualquer comprimido se deve conversar com o médico.

O coronavírus nem sempre exige internação. A partir do momento que o paciente busca um médico, é cumprido um protocolo de avaliação dos sintomas. A partir daí, o paciente pode ser orientado a voltar pra casa e ficar atento à possibilidade de uma piora.

Ou como não existe uma sequência óbvia para o paciente ser ou não internado. Ele pode até ter chegado ao hospital sem sintomas, mas precisar de ventilação mecânica. E o seu internamento depende do seu estado, que vai ser avaliado por uma equipe médica.

Se o paciente for orientado a retornar para casa, deve ficar isolado e atento à possibilidade de uma piora. Pois há relatos de pacientes que passam dias bem, depois voltam a sofrer com a infecção, o que leva a se pensar que a doença tem duas fases. Cabendo ao paciente em isolamento domiciliar, verificar se por volta do oitavo ou nono dia (não há período exato) sente falta de ar ou dificuldade para respirar, precisando de reavaliação.

O coronavírus é uma doença que impõe desafios ao estilo de vida de qualquer pessoa. Apesar do único dado real contra a transmissão do coronavírus ser o ISOLAMENTO SOCIAL, ele não é aceito e cumprido em Gravatá. Tornando as medida que estão sendo tomadas pelo município e autoridades sanitárias brasileiras ineficazes para desacelerar os efeitos da pandemia e salvar vidas.

As medidas estão corretas. E cada pessoa deve cumprir o isolamento social, pois já se pode observa um aumento nos casos atribuídos ao distanciamento social. E a adesão ao isolamento é a medida de controlar a taxa de novos casos diários de Covid-19.

Não aderindo ao isolamento, vamos sofrer com a escalada no número de novos casos, e querer indiretamente que a administração municipal adote medidas duras para toda população, buscando desacelerar a transmissão do coronavírus.

Vamos fazer nossa parte, ser conscientes e refletir que Gravatá não tem leitos hospitalares disponíveis, nem equipamentos de EPI suficientes, mesmo com ampliação a rede de atendimentos e criação de mais 31 leitos para pessoas com suspeita e casos confirmados de Covid-19. E se o isolamento social não for cumprido, o hospital vai apresentar esgotamento dos leitos. E os hospitais de referência sem exceção, já apresentam cenário pessimista, além do esgotamento de leitos de UTI.

Muitos falariam que se a infraestrutura do sistema de saúde do município fosse boa ou melhorada, ela seria adequada à demanda de pacientes do coronavírus. Porém, a luta não é por leitos, pessoal e insumos em curto prazo, o que atualmente é inviável, porque com o mundo doente, o máximo que se consegue é abrandar o impacto do colapso em alguns dias. A luta é pela vida.

A forma mais eficiente e viável de conter o coronavírus é o isolamento social. Com essa prática a taxa diária de transmissão é reduzida, e a curva de contaminados para de crescer. O número simultâneo de pacientes que precisam de leitos de internação cai, e o sistema de saúde consegue atender mais pessoas.

O isolamento social é o mais eficaz para ajudar as pessoas a não serem infectadas e ao sistema de saúde a não saturar. Não sabemos os números exatos da doença. Vidas não têm preço e o isolamento se faz necessário para poupar o maior número de vidas.

É importante não esquecer que nesse momento pessoas com mais ou menos idade estão sendo infectadas. Ninguém está imune. Quando a pandemia do novo coronavírus começou, não tínhamos ideia da mudança que estava reservada para nossas vidas.

Precisamos compreender que o isolamento não é definitivo, não é culpa de ninguém, ele é um recuo de forma vagarosa para o nosso bem e está sendo manejado pelas autoridades de saúde. E aos poucos o isolamento vai chegando ao fim e a vida vai retornando a normalidade.

Nesse momento o grande desafio é diminuir o impacto não apenas da transmissão da doença, mas também do impacto social e econômico que ela pode gerar na população.

Fique em casa!


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