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Programa de Saneamento do Rio Ipojuca e Educação Ambiental é iniciado

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Secretário Aarão Lins de Andrade (Meio Ambiente), engenheiro Joaquim Ximenes (PSA Ipojuca), secretário Ricardo Cardim (Infraestrutura), secretário Dr Luiz Tito (Saúde).

A Prefeitura de Gravatá, por meio da Secretaria de Infraestrutura, Ricardo Cardim, Secretaria do Meio Ambiente, Aarão Lins de Andrade e Secretaria de Saúde, Dr. Luiz Tito, apertou o cerco contra as arboviroses e alagamentos.

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E iniciou na manhã desta segunda-feira (13), o Programa de Saneamento Ambiental da Bacia Hidrográfica do Rio Ipojuca – PSA Ipojuca, que visa ampliar a cobertura de esgotamento sanitário que margeiam o rio, promovendo a redução de poluição lançada nele.

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O programa irá desenvolver no perímetro urbano (+/- 8 km), num prazo previsto de 90 dias, obras para implantação de sistemas de esgotamento sanitário, dos índices de tratamento de esgotos, além de ações complementares de fortalecimento de recursos hídricos promovendo o saneamento ambiental da bacia hidrográfica do Rio Ipojuca.

– “Revitalizar o rio é uma questão de investimento em toda a cadeia, que vai desde a coleta do esgoto doméstico ao tratamento dos resíduos e correta devolução ao meio ambiente. Com o PSA, iremos melhorar a qualidade ambiental da bacia, aumentar a disponibilidade de água de boa qualidade, dentre outros ganhos socioambiental e de infraestrutura”, disse o Secretário de Infraestrutura Ricardo Cardim.

As obras da primeira etapa do Sistema de Esgotamento Sanitário de Gravatá, conta com:

  • Equipe de profissionais que vão utilizar retroescavadeira, caminhões caçamba e escavadeira hidráulica, para limpar o rio, canais, galerias e margens.
  • Equipes da Vigilância Sanitária orientando a população através de ações educativas no combate as arboviroses (que incluem vírus da dengue, febre chikungunya e febre amarela), e realizando aplicações de larvicidas.

Para o prefeito Joaquim Neto: – “O Programa de Saneamento Ambiental atua em três linhas fundamentais de controle: a biológica (que vai facilitar o desenvolvimento dos predadores naturais dos mosquitos), a de controle mecânico ambiental (que elimina os locais de procriação dos insetos) e a de controle químico (que com o uso de inseticidas, elimina os insetos nas suas diversas fases de crescimento)”.

Porém, é essencial que todos nós população gravataense, tenhamos consciência que esse programa que envolve limpeza, combate, prevenção e saúde, só vai acontecer na sua totalidade, se adultos, jovens e crianças, e principalmente, quem mora as margens do Rio Ipojuca, assumir o desafio da Educação Ambiental, do uso racional da água, de ter consciência que esgoto e rio não são lugar de descarte de resíduos sólidos, que lixo se joga no lixo.

Só para lembrar, as doenças relacionadas com o lixo e transmitidas por ratos, baratas, moscas e mosquitos são igualmente doenças de veiculação hídrica tal como a leptospirose, amebíase, disenteria, giardíase, cólera, hepatite e dengue. Além de outras doenças como a leishmaniose, salmonelose, cisticercose, toxoplasmose, triquinelose e teníase são transmitidas por mosquitos, suínos e aves, atingindo o homem por contato indireto, pois estes se alimentam dos lixões e migram para os domicílios.

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Para o Secretário de Saúde. Dr. Luiz Tito, todas as pessoas envolvidas diretamente no Programa de Saneamento Ambiental da Bacia Hidrográfica do Rio Ipojuca – PSA Ipojuca estão expostas a riscos. E, com o objetivo de imunização dessas pessoas, disponibilizou uma profissional da saúde, que está realizando a vacinação contra Hepatite B e Tétano num ponto de apoio no local da obra, para garantir o atendimento a todos.

O Programa de Saneamento Ambiental da Bacia Hidrográfica do Rio Ipojuca – PSA Ipojuca e Educação Ambiental, conta com o seu apoio!

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Engenheiro PSA Ipojuca, Joaquim Ximenes e o presidente da Agência Ambiental de Gravatá, Geraldo Miranda

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Prefeito de Gravatá, Joaquim Neto e o gestor da obra de saneamento da Flamac, Salatiel Stanford

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Vice-prefeito, Danilo Melo, engenheiro PSA Ipojuca, Joaquim Ximenes, prefeito de Gravatá, Joaquim Neto, secretário do Meio Ambiente, Aarão Lins de Andrade e o presidente da Agência Ambiental de Gravatá, Geraldo Miranda

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Valéria de Fátima


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